
Massas, Pães, Molhos e Antepastos
La Nostra Tana
Um pouco de Nossa História
Massas Artesanais e Receitas Familiares
Sim! Assim como muitos, também viemos de um país com jeitão de Bota!
A família começou a chegar no Brasil no século XIX...
Faz tempo..! Mas trouxeram além de seus hábitos,
uma memória repleta de sabores extraordinários!
Da mesma forma, isso foi passado de geração em geração.
E estamos aqui, na quinta geração.
Com receio da memória falhar fizemos um livro próprio de receitas da família.
E é dele que oferecemos os jantares, na verdade oferecemos uma
Nova Experiência Culinária.
Todas as receitas são preparadas de forma artesanal.
O pão servido é feito em casa.
A massa, o molho, a sardella, a manteiga...
Enfim! Vale a pena conhecer essa Experiência!
Por motivos óbvios transpomos aqui a Abertura de nosso Livro de Receitas!
A intenção é trazer um pouco do clima que reinava sempre, mas principalmente no
DOMINGOS PERFUMADOS!
Esperamos que você consiga viajar nesse tempo e nestes perfumes!
VOCÊ LEMBRA?
Domingos Perfumados
É isso mesmo!
Absolutamente perfumados.
E já logo de manhã. Bem cedinho!
O perfume se espalhava pela casa anunciando um “domingão”.
Manjericão, o “bacon” da “brachola” fritando e apitando como se quisesse acordar todo mundo.
E o tomate?
Ah! Que perfume! Apurando bem devagar, sem pressa; um ritual de amor.
De Totós, Marias, Pepes, Emílias, Adelinas e muitos outros.
Incansáveis, sempre sorridentes e felizes senão por outro motivo porque todos iriam chegar logo, famintos e curiosos, embora já soubessem de cor o cardápio daquelas fantásticas festas gastronômicas.
Família grande. Gente de todas as idades que nem lembravam – pelo menos aos domingos- que a vida poderia ser diferente daquilo.
Uma festa que começou longe, num país com jeito de bota. Um país de gente forte, com dialetos complicados, mas totalmente compreensíveis por todos.
At é pelas crianças, vocês lembram?
Pois é, eu lembro! E que saudades!
Da “muringiana” à “pasta brugné”; da “porpeta” ao cabrito à “cacciatore”.
Mas claro que o tempo passou.
Só pra não ser piegas devo dizer que é inevitável.
Mas que é triste é triste.
- “Já me formei!”
- “Que beleza, ela vai casar!”
- “Olha, a “Zi Mari” tem mais um netinho!”
Não dispersar jamais foi uma promessa silenciosa que não deu pra cumprir.
Mas é a vida!
Os domingões foram ficando mais vazios e o tal país da bota, os costumes daqueles “coroas” maravilhosos foram ficando cada vez mais esquecidos.
A proposta está aqui. Em suas mãos.
Resgatem tudo! Mesmo que seja com um certo jeitinho brasileiro. E daí? O sabor é quase o mesmo.
Perfumem novamente os “domingões”.
Olhem que os bisnetos nem sabem direito o que é isso.
E eles merecem!
José Zeca Carlos Mádio
“Tchutché”

Quem cozinha

Simone
A Esposa


Chicò
O Marido
